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Você sabe a diferença entre alegrias e intolerância?

22 Jun 2018

Como já tenho o costume de dizer: Aprender é sempre muito bom... por isso, segue um artigo muito interessante e útil para nós todos!!!

 

Beijinhoss

Drica

 



De acordo com o Ministério da Saúde, a principal diferença entre alergia e intolerância alimentar é o tipo de resposta que o organismo manifesta em contato com o alimento.  

Na alergia, há uma resposta imunológica imediata, isto é, o organismo cria anticorpos, como se o alimento fosse um agente agressor e, por isso, os sintomas são generalizados.  

Na intolerância alimentar, o alimento não é digerido corretamente e os sintomas surgem principalmente no sistema gastrointestinal.  

"Enquanto o intolerante pode consumir derivados de leite em quantidades pequenas, sem reações, o alérgico a leite deve ter sua dieta isenta de toda e qualquer proteína do alimento", explica a nutróloga Valéria Moro.  

Dentre os alimentos que mais causam alergias ela destaca leite, glúten, peixes, camarão, frutos do mar, nozes, oleaginosas e ovos.  

 

Dicas  

 

Rótulo confuso? Veja dicas para fazer escolhas mais saudáveis 

 

Se você se preocupa em manter uma alimentação saudável, possivelmente já sabe que é preciso fazer boas escolhas no supermercado. Na hora de decidir o que entra ou não no carrinho de compras, o rótulo dos alimentos é um importante aliado, pois traz informações preciosas sobre a composição de cada produto.  

 

No entanto, nem todo mundo entende as informações descritas na embalagem. Para "decifrar" o rótulo é preciso ficar de olho na lista de ingredientes, na porção indicada e nos nutrientes "críticos". Confira as dicas:

 

1. Leia a lista de ingredientes 


A lista de ingredientes diz muito sobre o alimento. Ela é organizada por ordem decrescente, ou seja, o primeiro item é o que está presente em maior quantidade e o último, em menor.

Assim, evite aqueles que contenham açúcar ou sódio entre os primeiros ingredientes da lista.

 

Outro conselho é evitar produtos com ingredientes de nomes complicados, que você não sabe o significado - geralmente são substâncias extraídas de alimentos (xarope de glicose, maltodextrina, isolados de proteína) ou aditivos (como corantes, conservantes, etc.), pois há grandes chances de o produto ser ultraprocessado. 

 

2. Confira as porções na tabela nutricional 
 

A quantidade de nutrientes indicada na tabela nutricional diz respeito a uma determinada porção do produto e, na maioria das vezes, não corresponde ao conteúdo total da embalagem.

A porção pode se referir a apenas uma colher de sopa, uma xícara ou algumas unidades do alimento.

Fique atento também ao comparar diferentes marcas de um mesmo produto, pois elas podem adotar porções variadas.  

 

3. Verifique as porcentagens de Valor Diário (%VD) 


O Valor Diário, ou %VD, diz respeito ao teor dos nutrientes presentes na porção em relação à quantidade máxima recomendada pelo Ministério da Saúde para ingestão por dia.

 

Por exemplo, se no item "sódio" aparecer 20% na indicação de %VD, significa que a porção do produto contém 20% da quantidade de sódio recomendada para consumo em um dia inteiro.

Mas é preciso cuidado, pois o %VD é calculado com base em uma dieta recomendada para adultos saudáveis. Já para crianças, por exemplo, o limite de ingestão diária de cada nutriente é muito menor. 
 

Preste atenção, principalmente, ao %VD de calorias, gordura saturada e sódio. Para esses itens, quanto maior for o %VD, menos saudável será o alimento.

 

4. Fibras, minerais e vitaminas: seja crítico 


Esses três nutrientes são importantíssimos para se ter uma alimentação saudável. Contudo, é importante ser crítico: um alimento que tenha vitaminas adicionadas, mas muitas calorias e gorduras, por exemplo, não é dos mais saudáveis.

Não se deixe levar só pelas frases em destaque na embalagem (elas estão ali para chamar a atenção só para o que interessa à indústria). Observe a composição total do produto. 

 

5. De olho no tipo de gordura 


As gorduras podem estar divididas em: totais, saturadas e trans. A primeira denominação refere-se à soma de todos os tipos de gorduras presentes no alimento. As saturadas merecem atenção, pois em excesso podem aumentar o risco de doenças do coração.

 

A trans deve ser evitada ao máximo, pois o corpo humano não necessita dela para nenhuma função e só traz prejuízos. Esse tipo de gordura costuma estar presente em alimentos ultraprocessados, como margarina, biscoitos, sorvete e salgadinho.

No entanto, é preciso atenção redobrada, pois nem sempre um produto cuja tabela nutricional indica ter zero gordura trans realmente não tem esse nutriente. 

 

6. Cheque o prazo de validade 


O prazo de validade deve indicar o dia e o mês de vencimento quando for inferior a três meses da data de fabricação.

Caso seja superior, pode ser informado apenas o mês e ano de validade. A origem do produto é outra informação importante.

Com ela, é possível verificar onde ele foi fabricado e, dessa forma, valorizar a produção local.

 

Além disso, o rótulo deve informar o número do lote, utilizado pela indústria para controlar a produção. Você não precisa prestar atenção nele na hora da compra, mas, caso haja algum problema, o produto pode ser analisado ou recolhido por meio dessa informação. 

 

 

 

Fonte: Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor)

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